Rainha Elizabeth, liturgia do cargo e o ensino da História

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Rainha Elizabeth

Em novo post de sua coluna “Congresso em Foco” (UOL), o professor João Batista
Oliveira usa o exemplo da conduta da Rainha Elizabeth durante seu reinado para
refletir sobre de que forma o não cumprimento da liturgia do cargo pelos nossos
governantes reflete negativamente no ensino da História.

O presidente do Instituto Alfa e Beto aponta que: “só no estado do Rio de Janeiro, 4
dos 5 ex-governadores mais recentes estão sub judice. E no plano federal nossos
presidentes nem sempre se comportam como o 1º magistrado que deveriam ser”.

De acordo com o especialista, “quando a liturgia do cargo não é respeitada, sobra
para a escola convencer os estudantes de que a res publica é algo que deve ser
cultivado, e que os governantes são pessoas que devem ser respeitadas em função
do cargo que ocupam”. Ele afirma ainda que ensinar pode até ser fácil, mas
convencer, diante de tantos maus exemplos, fica cada vez mais difícil.

Os vieses ideológicos e epistemológicos da Base Nacional Curricular Comum
(BNCC) também são mencionados por João Batista como elementos que reforçam
a dificuldade da escola de cumprir sua missão nessa área.

Por fim, o professor postula que nossos antepassados tiveram virtudes e vícios
como nós também temos. Que sirva de exemplo para que tanto a História como as
formas de ensiná-la às novas gerações seja repensada.

Confira o post completo aqui.